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Faixa Azul: Sucesso comprovado em SP salva vidas e supera o imobilismo burocrático da Senatran

A Prefeitura de São Paulo rebateu de forma contundente os recentes questionamentos feitos pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) sobre o projeto, classificando o estudo do Consórcio USP-UFC, que aponta aumento de acidentes na Faixa Azul, como frágil, inconsistente e metodologicamente falho.

A gestão municipal apontou que o levantamento utiliza informações incompletas, com erros conceituais graves na interpretação das estatísticas, ignorando o impacto positivo e real da Faixa Azul na rotina das vias.

Avaliações equivocadas desse tipo desconsideram que a implementação promoveu uma verdadeira mudança cultural na via, garantindo maior previsibilidade no trânsito para todos os condutores.

Na contramão de críticas infundadas, os levantamentos oficiais da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) demonstram a alta eficácia da política pública na capital.

Monitoramentos consolidados indicam que a Faixa Azul diminuiu os acidentes, reduziu drasticamente o número de óbitos de motociclistas nos trechos sinalizados, melhorou o fluxo de tráfego e harmonizou o trânsito.

Ao organizar o espaço compartilhado entre automóveis, ônibus e motos, a medida pacifica o viário urbano e oferece um ambiente seguro que protege a vida dos condutores diariamente, tendo quase 100% de aprovação pelos motociclistas.

Diante de resultados tão positivos e amplamente comprovados, fica evidente que a resistência à expansão da iniciativa tem viés político.

A Senatran tem dificultado a ampliação da Faixa Azul porque reconhece que se trata de uma política pública de sucesso inquestionável, mas infelizmente continua a colocar disputas ideológicas e burocráticas acima da segurança e das vidas dos motociclistas.

A política da Faixa Azul em São Paulo provou ser uma medida altamente eficaz para organizar o fluxo e proteger vidas. Ao estabelecer um espaço exclusivo, ela reduz drasticamente a severidade dos sinistros. Por isso, a postura da Senatran em dificultar a expansão do projeto é um equívoco que trava a evolução da segurança viária.

Enquanto a burocracia trava a liberação de novos trechos, o cenário fora da sinalização é trágico. Motociclistas continuam morrendo diariamente em vias que não possuem a faixa exclusiva, vítimas do trânsito caótico e da disputa constante de espaço com os carros.

A falta de um corredor padronizado deixa esses condutores totalmente vulneráveis a acidentes fatais. Diante dessa realidade, a Senatran deveria olhar com muito mais atenção e urgência para o alarmante número de óbitos de motociclistas.

Autorizar a expansão da Faixa Azul é essencial para salvar vidas, proteger os condutores e pacificar a convivência em todas as vias públicas da cidade.