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São Paulo, 10 de junlo de 2020

CET e Infosiga divulgam relatórios sobre acidentes com motos

 
A CET-SP divulgou relatório anual com o número de mortes causadas no trânsito em 2019 na capital paulista. Nesse período, os dados foram positivos registrando redução de 6,8% no número geral de mortes quando comparado com o ano anterior. Foram 791 óbitos contra 849 em 2018.



Essa diminuição também foi anotada para os motociclistas verificando-se na análise queda de 18,9%, ou seja, de 366 mortes em 2018, a redução foi para 297 em 2019.

Para se ter ideia da importância desses números, em 2018 os motociclistas foram as maiores vítimas do trânsito quando superaram pela primeira vez na história a quantidade de pedestres mortos.

Mas, se 2019 foi bom na redução das mortes de motociclistas no trânsito, nesse ano a situação agravou-se. Por conta da pandemia do coronavírus, os motociclistas profissionais tiveram aumento no volume de entregas, enquanto motociclistas convencionais estavam em casa devido ao isolamento social. Isso colocou mais motoboys nas ruas, trabalhando o dobro do período para fazer um mínimo necessário. A combinação disso tudo levou mais trabalhadores do setor ao óbito.

Dados do Infosiga do governo do estado de São Paulo mostraram que na capital paulista as mortes de motociclistas em 2020 tiveram aumento com os seguintes registros: em fevereiro 10%, março 85,7% (início do isolamento social) e maio 37,9% comparados com os mesmos meses do ano passado.



Na soma geral, de janeiro a maio de 2019 foram 119 mortes, sendo que no mesmo período em 2020 foram 141 mortes, revelando aumento de 18,5%.

Os baixos salários pagos pelas empresas de aplicativos, principalmente no setor de delivery, extensas jornadas de trabalho e falta de fiscalização dos poderes públicos nessas empresas que possuem em seus cadastros motociclistas que não tem experiência ou conhecimento, colaboram para uma verdadeira carnificina no setor em que muitos jovens, ao se acidentarem sofrem mutilações, como amputações de pés, ou pior, entram em óbito.

Clique aqui e confira o relatório anual de 2018.


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