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São Paulo, 24 de novembro, de 2016

Na DRT-MTE SindimotoSP consegue fiscalização na Loggi

Depois de paralisações na porta do galpão da empresa, denúncias no Ministério Público do Trabalho (MPF) e na própria Delegacia Regional de Trabalho – Ministério do Trabalho (DRT-MTE) e outras intervenções, a empresa sofreu mais uma derrota e será fiscalizada.


O SindimotoSP conseguiu mais uma vitória importante ontem (23/11) na Delegacia Regional do Trabalho de São Paulo ao levar a Loggi para dar explicações sobre precarização das relações trabalhistas. Na reunião, ficou decidido pelo grupo de trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego que a empresa será fiscalizada. Com essa, a empresa de aplicativo de motofrete terá que relatar suas atividades, inclusive porque atua com galpão em São Paulo se está situada em Barueri.

Antes dessa reunião, em outra realizada no Ministério Público do Trabalho, a empresa teve que retomar os preços que pagava ao motociclista profissional antes do início da greve, dia 16/11/2016.

Na DRT-MTE estavam na reunião, além o SindimotoSP, a própria Loggi, a Secretaria Municipal de Transportes – Departamento de Transportes Públicos ( SMT-DTP), o Sedersp e uma comissão especialmente formada por motociclistas profissionais da Loggi.

O evento começou com discurso do presidente Gil, que falou sobre a precarização das relações de trabalho e as dificuldades dos trabalhadores em exercer a profissão. Depois falou a comissão de motociclistas profissionais da Loggi, que exaltou o trabalho e empenho do SindimotoSP na intermediação do conflito. O Sedersp, sindicato patronal das empresas de motofrete também elencou fatos como concorrência desleal e outros prejudiciais ao setor, todos cometidos pelas empresas de aplicativo.

Na sequência, a Loggi tentou se defender, o DTP disse que a profissão de motociclista é regulamentada e que não existe autorização de funcionamento de empresas de aplicativo de motofrete na Capital.


A DRT-MTE se posicionou no fim com explicações do que ocorrerá a seguir, como uma fiscalização da própria DRT na atuação da Loggi no setor, bem como verificação de possíveis irregularidades. O próprio superintendente do Trabalho de São Paulo Eduardo Anastasi, que mediou a reunião, se comprometeu a verificar todas as reivindicações imediatamente e agendar reunião com as partes envolvidas para busca de solução definitiva.

Outras reivindicações que serão analisadas pelo MTE:
  1. Criação de Instrumento Jurídico para aumento anual dos valores pagos nas corridas (Convenção Coletiva)
  2. Inclusão de direitos básicos como banheiros, área de descanso etc
  3. Desobrigatoriedade do uso do baú da Loggi por conta dos assaltos
  4. Limitar cadastro de motociclistas no sistema
  5. Mais segurança no exercício da profissão
Veja aqui mais imagens do evento.

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