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São Paulo, 17 de novembro, de 2016
SindimotoSP para Loggi em defesa
do motociclista profissional

O SindimotoSP esteve ontem (16/11) na Loggi para reivindicar os direitos dos motociclistas profissionais que estão sendo desrespeitados. Como não houve acordo, e por decisão unânime dos trabalhadores presentes, seguiu em manifestação pacífica até o Ministério Público do Trabalho (MPT).


Cerca de mil motoboys pararam à cidade ontem a Loggi para exigir seus direitos trabalhistas. Hoje, 17/11, prometem repetir a paralisação até serem ouvidos. O movimento é contra a empresa de aplicativo de motofrete que está desrespeitando as convenções coletivas firmadas entre o SindimotoSP e os sindicato patronai, além de impor regime de escravidão aos motociclistas, duras penalidades para eventuais falhas, entre outras barbaridades.


Ontem, na frente da Loggi (Rua Major Paladino, 128), os motoboys fecharam os portões da empresa e tentaram negociar com os empresários a manutenção do valor atual da entrega, e outros direitos como aluguel da moto, periculosidade, cesta básica, VR etc. Os diretores da empresa não ouviram as reivindicações dos motociclistas e chamaram a polícia militar, que constatou a legitimidade da manifestação dos trabalhadores e foram embora.

O SindimotoSP esteve todo o tempo com os trabalhadores e acompanhou a manifestação que passou pelas principais localidades da cidade como a Marginal Tietê, Avenida Rebouças, a Avenida Paulista, encerrando o ato no Ministério Público Federal.
Hoje, 17/11, caso a empresa não ceda, nova motoata irá até o MPF entregar documento mostrando regime de escravidão imposto, além do desrespeito as normas de convenções coletivas e CLT.


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